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sábado, 9 de julho de 2016

O Misterioso desenho em Chilbolton


Em 16 de Novembro de 1974, em um laboratório em Porto Rico, um grupo de cientistas, sem muito o que fazer, apontou o maior telescópio do mundo para um grupo de estrelas há 25.000 anos luz de distância, para mandar uma transmissão através do espaço. A esperança era de notificar outros seres, potencialmente inteligentes sobre nossa existência.

Essa mensagem enviada, foi codificada em código binário. Binário por ser o tipo de codificação mais simples existente, logo, qualquer forma de vida (até os alienígenas mais burrinhos) conseguiriam compreender.

A mensagem era basicamente simples.



A primeira linha consiste nos números de 1 à 10 (se você não conseguiu visualizar números aí, não se preocupe, eu também não vi).



Logo a baixo tem uma coisa curiosa, os números 1, 6, 7 e assim por diante, esses são os números atômicos dos elementos que compõem nosso corpo, como Hidrogênio, Carbono, Nitrogênio, Oxigênio e Fósforo.





A Mensagem codificada também contém mensagens sobre nosso DNA.



A figura de um ser humano.





O desenho do nosso sistema solar.


E o desenho de um rádio telescópio


(notem que parece o ícone do Gmail)


Passaram-se décadas, os cientistas outrora desocupados, mantinham a esperança de que sua mensagem fosse lida, e porque não, respondida por seres extraterrestres. Então, quase 27 anos depois, algo curioso aconteceu, uma possível resposta parece ter chegado a terra...


Em Agosto de 2001, na cidade de Hampshire, Inglaterra, próximo ao observatório de Chilbolton, duas formações apareceram em uma plantação, ambas eram diferentes de qualquer uma jamais vista.







As formações eram granuladas, diferentes de outras do gênero. Uma vez em terra, tem-se uma ideia do que se está vendo, essas não, eram granuladas, somente do alto se enxergava o padrão.





Num dos desenhos notadamente se percebe um rosto, mas no outro, esse sim era estranho, pois se parecia muito com a mensagem enviada em 1974.



Haviam diferenças muito sutis entre as duas, pareciam idênticas, mas, ao examinadas com esmero, havia um padrão diferente,  que os estudiosos acharam ser uma resposta.









O principal fator para essa conclusão foi que, no desenho, no lugar do ser humano havia algo que se assemelhava à um alienígena cinzento, algo como os gray’s (aqueles cinzas cabeçudos dos filmes).












Também tinha um sistema diferente de planetas, o que sugere um sistema solar diferente.



E uma estrutura de DNA diferente.



Esses três fatos chamaram a atenção dos cientistas, ou isso era uma farsa brilhante feita por desocupados geniais dispostos a perder uma madrugada em uma plantação, ou, de fato seria a resposta a mensagem do SETI (Lembra? Dos cientistas desocupados em Porto Rico??) que demorou 27 anos para chegar.

Que aqueles desenhos de fato eram uma resposta, eu diria que sim, claro que sim. Porém, quem ou o quê havia criado? Qual o seu propósito exato? Isso... continuará um mistério.





terça-feira, 21 de abril de 2015

O Dedo Fossilizado de 110 Milhões de Anos


Todos nós sabemos que os dinossauros foram extintos a aproximadamente 65 milhões de anos, e nós, humanos modernos existimos a pouco mais de 200.000 anos.

Sendo assim, a única forma de você conseguir ver um ser humano e um dinossauro, ambos em uma mesma cena é assistindo Jurassic Park, Mundo Perdido, ou em qualquer produção Hoolywodiana do gênero.

Porém, em meados da década de 80, em um sítio arqueológico na cidade de Glen Rose, no Texas, mundialmente conhecida por abrigar um sítio arqueológico, foi encontrado uma pedra de formato muito estranho, que no momento (por uma dedução óbvia) foi constatado a princípio como sendo um dedo humano.

Dada a impossibilidade de tal fato ser real, visto que era um fóssil, foi imediatamente levado para a Universidade de Oklahoma, lá chegando, após datação por carbono 14, chegaram a um número que deixou até o mais otimista dos paleontólogos desanimados, aquele fóssil aparentando ser um dedo humano tinha nada mais nada menos que 110.000.000 de anos (isso mesmo, 110 milhões de anos).



Houveram inúmeros argumentos de que não poderia ser real, até pela forma como os fósseis são configurados, a pressão das malhas do terreno, quando sobrepostas, causam a pressão extrema logo achatando o espécime, mesmo que aquilo fosse um dedo (que obviamente não poderia ser), ele não estaria em 3 dimensões, estaria achatado em no máximo 2 dimensões, como a maioria dos fósseis encontrados pelo mundo a fora.



Isso foi visto como fato, porém, as condições de terreno do sítio em Glen Rose se mostraram totalmente anômalas, principalmente depois que foram encontrados vermes perfeitamente fossilizados, e todos eles tridimensionais , e posteriormente datados em 150 milhões de anos.


Consideraram então que o terreno proporcionava uma litificação absurdamente rápida dos materiais, logo, constataram que era possível existir um fóssil tridimensional ali em Glen Rose.

Todos voltaram a se animar com a possibilidade de algo tridimensional existir sendo fóssil, contudo, ainda não estava claro que o fóssil em questão de fato era um dedo humano.


O fóssil então foi entregue para análise ao Médico Ortopedista, o Dr. Dale Peterson, também da Universidade de Oklahoma, depois de vários testes, incluindo raios-x, tomografia computadorizada e ressonância magnética, ele concluiu que, era  de fato um dedo humano.

A conclusão do Dr. Dale Peterson foi a seguinte:

“Em primeira análise, o fóssil tinha claramente a forma de um dedo humano. Tinha uma multa cone da ponta, típico de um dedo do sexo feminino. Dedos masculinos tendem a ser um pouco mais brusco. A unha e cutícula eram claramente visíveis e perfeitamente formado e dimensionado. No entanto, eu retido julgamento quanto à sua autenticidade sabendo que as rochas como calcário pode assumir praticamente qualquer forma quando eles fluem em um buraco antes de configurar.

Vários anos depois, tive o privilégio de ver o fóssil de novo depois de ter sido seccionado. Naquele tempo eu observei que o fóssil não era uniforme ou densidade aleatória e coloração. A aparência interna do fóssil era idêntico ao que se vê quando um dedo humano é segmentado. As margens de pele e tecido subcutâneo foram claramente delineados. A matriz óssea foi claramente definida, e as características consistentes com tendões flexores e extensores estavam presentes.
A tomografia computadorizada do fóssil igualmente revelada as características anatômicas de um dedo humano, como mencionado acima.
É minha opinião profissional que o fóssil descoberto em Glen Rose, Texas, é, na verdade, um dedo humano petrificado e não um enchimento de um buraco de minhoca ou artefato similar.”

Mesmo havendo vários indícios de que o dedo fossilizado de Glen Rose seja mesmo um dedo humano, o que estaria fazendo ali? Existiria um ser humano andando pela terra a 110 milhões de anos atrás?
Caso não, como aquele dedo foi parar em Glen Rose??







segunda-feira, 20 de abril de 2015

O Mistério da Impossível Construção de Stonehenge


Há 4500 anos ao sul da Inglaterra, foi erigido um monstruoso monumento, que diferentemente das pirâmides do Egito, onde seus habitantes exerciam uma forte economia e uso moderado da ciência, os pequenos povoados de fazendeiros ingleses não possuíam riqueza alguma, muito menos uma engenharia conhecida.

Os imensos portais de pedra em Stonehenge pesam quase 100 Toneladas, originalmente a construção era bem diferente. Quatro milénios que separam desde sua construção aos dias atuais, muitas das pedras se perderam, porém, se repararmos com atenção pelo circulo externo, conseguimos idealizar toda a construção por computação gráfica.




Sem nenhuma pedreira por perto, parece impossível pensar que essa imensa mega-estrutura tenha sido construída em tempos ancestrais. Contudo, mesmo de forma impensada foi.


Stonehenge foi construída por pessoas que viviam na Inglaterra entre as idades da Pedra e a do Bronze. Eles trouxeram para Stonehenge dois tipos de pedras, as chamadas “Sarsens”, de arenito duro, com blocos de até 40 Toneladas, foram trazidos de pedreiras de até 32Km ao norte de Stonehenge. As chamadas “BlueStones”, são menores, com mais ou menos 5 Toneladas, foram retiradas de uma pedreira do período Neolítico em Preseli, que fica à assustadores 240Km de Stonehenge.




Tais pedras imensas teriam sido transportadas por 240Km, por pessoas que mal possuíam ferramentas, ou que muito menos haviam feito aquilo antes, e nunca mais iriam fazer. 





O desafio teria de ser enorme, pois teriam de deslocar as pedras da pedreira até o vale, depois até a costa, depois atravessar o canal para então chegar a Stonehenge, era um desafio quase impossível, e, o é até hoje.


Um caminho que hoje fazemos em poucas horas, porém há quase 5000 anos, não possuíam meios de transporte adequados para se locomover, não haviam estradas, pontes, nem barcos grandes o bastante.


As Teorias

Algumas teorias dizem que poderiam ter enrolado em esteiras de vime e rolado até a água, porém acredita-se que rolar uma pedra de 5 toneladas ladeira à cima não seria lá uma tarefa muito fácil, e igualmente difícil conseguir guiar uma pedra desse tamanho ladeira a baixo.

















Mas vamos supor que eles de fato conseguissem, o vime serviria não somente para facilitar o rolamento como para dar flutuabilidade para as imensas pedras, porém, necessitaria-se de muita, mas muita madeira para se fazer isso.
Mas, estamos falando das BlueStones, e elas são as menores em Stonehenge, se trazer essas pedras já parece impossível, como teriam feito com as maiores pedras?


As Sarsens são muito diferentes das Bluestones, além de serem muito maiores, são peças maciças de 40 Toneladas. Assentadas sobre as Sarsens, haviam pedras de aproximadamente 10 Toneladas, e mesmo que não viessem de 240Km de distância, transportar pedras de 40 Toneladas por mais de 30Km também é um trabalho igualmente impossível.
Até hoje se mostra um verdadeiro mistério como um povo pré-histórico conseguiu trazer tais pedras de distâncias tão longas. Mistério esse que perdura por quase 5000 anos.

Existe todo um grupo de teorias sobre como conseguiram trazer as tais Sarsens pelos mais de 30Km, uma das teorias é a das alavancas. Essa teoria mesmo possível necessitaria de um grande esforço e levaria um tempo enorme, além do trabalho contínuo de vários homens.

Outro sistema viável, porém, ainda sim extremamente trabalhoso seria o sistema de trilhos de madeira. Esse com menos esforço, menos homens, porém, com uma enorme quantidade de madeira, mesmo sendo reaproveitadas elas sofreriam um desgaste extremo pelas 40 toneladas de pedra sobre elas.

Outra peculiaridade que ainda permanece um mistério, seria o fato de como as pedras são perfeitamente retas. Para isso os artesãos que esculpiram as pedras em Stonehenge utilizaram ferramentas de pedra, martelos de pedras aproximadamente do tamanho de uma bola de futebol, que ficariam batendo nas pedras até desbastá-las, isso relembrando, há quase 5000 anos atrás.


Mesmo se considerarmos vários homens da idade da pedra, com horas e horas livres para ficarem batendo pedrinhas em pedronas para deixa-las lisas, os problemas deles estariam só começando, pois, se não bastasse ter de trazer pedras de 40 toneladas, ter de alisar, lapidar, cortar essas mesmas pedras, teriam eles o mais difícil de fazer, erguê-las...
Parece meio óbvio que os trabalhadores que construíram Stonehenge dispunham de uma grande quantidade de mão de obra, mas além de levantarem pedras de 40 toneladas e deixa-la em pé, teriam de assentar uma pedra sobre ela, de 10 toneladas, para isso teriam que erguer essa pedra de 10 toneladas a uma altura de mais de 10 metros.
Das diversas teorias, algumas parecem mais aceitáveis, (lógico que não considero que homenzinhos verdes ou Reptilianos vieram dar uma mão aos trabalhadores), contudo, algumas teorias parecem mais viáveis para a época


Uma delas é a da “Rampa”, uma rampa de terra seria levantada paralelamente as pedras e possibilitando assim, assentar a superior, mas essa, assim como as outras teorias, levaria muito tempo e esforço coletivo.





Outra teoria seria a de apoios alternados, seriam colocadas de cada lado alternadamente levantando pouco a pouco a imensa pedra, até chegar ao topo.





A mais viável para mim, e porque não, mais inteligente, seria a que diz que levantaram a grande travessa de pedra usando grandes rodas de madeira, poupando uso de trabalho braçal e esforço dos trabalhadores.

Mas, como Stonehange é anterior aos registros escritos, não existem evidências de como, ou o porquê foi construída, permanece até hoje como um testemunho do impossível e acima de tudo um grande mistério da humanidade.


Uma coisa me parece certa, é um ledo engano pensar nesses tidos ”homens da idade da Pedra” como sendo primitivos, pois em seu meio existiam certamente matemáticos, astrônomos, engenheiros, pessoas fantásticas e habilidosas, construíram Stonehenge para ser admirado pelos atuais 4500 anos, e pelos próximos 4500 anos.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Somos Visitados por Extraterrestres??




Quero deixar claro que o intuito desse post não é corroborar ou refutar o fato de que somos ou não visitados, eu apenas explanarei alguns fatos que são no mínimo estranhos, em partes bizarros, e acredito que sem explicação aparente, e no final, que tirem suas próprias conclusões...



A Criatura de  Metepec

Logo de início, começo por aquilo que eu achei extremamente bizarro da história recente dessa fobia extraterrestre, cito o ocorrido na cidade de Metepec, uma cidadezinha dessas sem expressão localizada no México central.

Porém, em uma noite escura de Maio de 2007, ela teria sido visitada por uma criatura digna de um livro do  Stephen King, um rapaz chamado Ángel Palacios Núñez, que trabalhava numa fazenda nos arredores da cidade, que ao espalhar armadilhas de caça foi surpreendido com um barulho no celeiro, e quando foi verificar, encontrou uma coisa que assustou o mundo.



 

Desde que essa criatura foi capturada em Metepec, ela começou a gerar polêmica por todo o mundo, sua origem é desconhecida, seu DNA não conseguiu ser identificado fazendo com que sua identidade continuasse um mistério.


Essa escassez de informações gerou uma enxurrada de especulações, alimentou de argumentos inúmeros sites conspiratórios e outros tantos tratando a criatura como sobrenatural.

 

Mesmo o assunto sendo tratado com extremo ceticismo por diversos veículos de informação, foram feitos testes reais, e estes por sua vez não obtiveram um veredicto sobre de onde veio ou de que grupo animal pertenceria a criatura, uma vez que seu DNA não fazia parte de nenhum grupo já catalogado.



O mais estranho, (como se já não bastasse a questão do DNA) foi detectado através de análises forenses que a criatura tem características humanas que não é encontrado em nenhum outro animal, como por exemplo a curvatura do final da espinha dorsal, é idêntica a de um ser humano, contudo, ele não apresenta as demais curvaturas de que são compostas a espinha humana.

Dois anos depois, o mesmo Ángel Palacios Núñez, ao ser procurado por uma produtora de documentários, se recusou a passar por um polígrafo, e depois de muita insistência por parte da produtora e de seu excesso de exposição na mídia local, Ángel veio a público assumir que havia forjado a criatura, que havia pegado um macaco morto e forjado ser uma criatura extraterrestre.

Ainda sim existem diversos grupos que ainda corroboram o fato de a criatura de Metepec é um alienígena, e justificam o fato de que Ángel foi obrigado a mentir ser uma farsa por pressão do governo, teoria da conspiração ou não,  Ángel Palacios Núñez nunca mais foi encontrado.



A Múmia de Cusco


A Região de Cusco no Peru é conhecida pelos constantes relatos de avistamentos de Ovnis, lá também existem aquelas já famosas “Linhas de Nazca”, 



que são rapidamente associadas a atividades extraterrestres, e a crença em atividades extraterrestres no Peru vem de séculos, pois na tradição Inca eles acreditavam que seu povo veio das estrelas, e seu principal criador seria um ser que veio do espaço.


A montanha de Viracocha, que tem esse nome tosco em homenagem ao Deus Viracocha, que por sua vez é o criador das estrelas e do universo (mas que não soube criar um nome menos tosco), é um local sagrado para os Incas.



E foi nessa montanha, que o antropólogo Renato Riquelme supostamente encontrou uma múmia alienígena em Novembro de 2011 enquanto explorava a montanha.

Essa, que está mais para uma ossada do que para uma múmia, recebeu a alcunha de “extraterrestre” somente pelo fato de ter sido achada na tal montanha do Deus Inca do nome engraçado.

Essa tal múmia, rapidamente ganhou as manchetes dos jornais e a atenção do mundo médico, porém, isso não foi verdadeiramente estranho em minha opinião.


Estranho é o fato no mínimo curioso de que a tal montanha do nome escalafobético é constantemente atingida por meteoritos, a ossada, que já recebeu carinhosamente o nome de Aiky, tem seu crânio com uma forma alta e cônica, se assemelhando com a representação mais comum de um extraterrestre, sem contar o fato do crânio ser bem maior do que de um humano adulto, e o mais estranho em relação ao crânio, a Fontanela, (aquela fenda do topo de nossas cabeças) que normalmente se fecha quando ainda somos crianças, está aberta.


Outra curiosidade, tirando a idade pela fenda “fontanela”, a ossada teria de ser de uma criança, que obviamente não teria trocado sua primeira dentição, tendo seus dentes ainda de “leite”, mas a ossada já apresenta seus dentes permanentes.



Outro ponto, que no mínimo é assustador, foi quando alguns artistas fizeram uma representação simulando o crânio coberto de pele, músculos e fibras, e o resultado é fascinante...





Mas, nem todos corroboram para as teorias de que Aiky veio do espaço, alguns estudiosos atribuem a origem de Aiky em 100% terrenas, pois já houveram relatos de que as classes nobres dos antigos Incas desfiguravam artificialmente as cabeças de seus filhos, eram feitos rituais que alongavam os crânios das crianças usando tiras de couro e madeira.



A prática de alongamento do crânio indicava lealdade ao grupo e posição social, e remonta a 9000 anos.

Mas até essa prática é questionada dentro da comunidade científica, pois não foram encontrados crânios deformados somente no Peru, mas no Egito, na Índia, na África e no México, e os questionadores e adeptos da teoria dos alienígenas justificam que isso se deu por haverem entre eles seres de outros mundos (extraterrestres) que possuíam essas cabeças alongadas, e que os povos em questão, (sem o menor motivo para isso), tentavam imitar esses seres, alongando seus crânios.

 

Mas, se no caso de Aiky, se a deformação de seu crânio tiver sido causada por pais lunáticos querendo mostrar que tinham dinheiro, ou por inveja de uma cabeça pontuda de um alienígena, isso continua sem explicar porque Aiky ainda permaneceu com a fenda Fontanela aberta, e o porque mesmo com corpo de criança a ossada tem a dentição de um humano adulto??!!.

Ai ficamos com a questão, Aiky é um ser humano que morreu pela deformação exagerada de seu crânio?, ou é um ser de outro planeta??.

 

Ai, para acabar com a especulação, Aiky passou por exames visuais em uma médica forense, (exames visuais sim, pois os peruanos fanáticos não deixaram a ossada sair do perú), Aiky foi analisada pela Dra Anna Willians, do instituto forense Sheifid, na Inglaterra, alegou que Aiky corresponde a uma criança de 6 anos, pela análise dos dentes, porém não conseguiu explicar o porque da Fontanela aberta ou o porque do tamanho do crânio, uma vez descartada a Hidrocefalia.